quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Ética nas organizações



A mudança de pensamento das pessoas como consumidores em geral tem acarretado na forma a qual as organizações se relacionam com seus públicos estratégicos.



As empresas devem aos consumidores explicações e esclarecimentos que vão muito além do marketing clássico. Elas precisam envolver o consumidor em seu mundo, mostrando quem ela realmente é e diminuindo o gap entre sua imagem projetada e o que ela realmente é.



Peguemos como exemplo a atual sensação da ZARA, empresa de vestuários que está passando por uma crise pois foram descobertas verdades sobre o que ela é que destroem sua credibilidade, reputação e fidelidade para com seus públicos.



"O DIABO VESTE ZARA"
"Dezesseis de agosto de 2011. Uma noite para Don Amancio Ortega, o dono da ZARA, esquecer completamente. O programa "A Liga" da TV Bandeirantes, mostrou, de modo contundente, uma denúncia de trabalho escravo na linha de produção da marca e que repercurtiu no Twitter, levando a grave notícia a atingir os Trends Topics de todo o mundo. E certamente não sairá do topo da lista dessa semana..."
Confira a matéria na íntegra: www.adcompress.com.br/noticias/718/o-diabo-veste-zara


Fazer um belo discurso sobre quem é organização, o que ela faz, em que acredita e quais seus valores deixou de ser a forma de conquistar os consumidores.


Atualmente eles querem ser envolvidos por aquilo que a empresa é e o que ela discursa deve ser o que ela é.



"Observa-se que a prática da ética nas organizações, por caminhos formais e informais, instala-se por referências ideiais de comportamentos e procedimentos que servem de guia, modelo e exemplo de ações ou atitudes tidas como aceitas ou recomendadas" Fonte: Grupo GP - site Aberje



Estamos no momento de aproximar o possível os públicos alvos de quem é a organização, eles precisam fazer parte da "vida e do lifestyle" destas.


Só assim elas terão uma pequena certeza de que caso ocorram crises, como a da ZARA, elas terão a fidelidade de seus públicos por saberem quem ela é.




quarta-feira, 8 de junho de 2011

Sensibilização do Público Interno para a Sustentabilidade

Como engajar os colaboradores para uma causa tão necessária para os negócios de qualquer companhia, e principalmente, para uma causa nobre como a sustentabilidade?

Como fazer com que os funcionários sintam-se donos da organização?

Como conscientizar, mobilizar, e engajar o público interno para a Sustentabilidade?

Vamos, então, ao case BASF, gigante da indústria química.

Nesta organização, a sustentabilidade faz parte de sua cultura, é analisada a partir do enfoque dos negócios da empresa. A Basf tem uma grande e estruturada governança corporativa de sustentabilidade. A companhia conta com um Comitê Central de Sustentabilidade, composto por nove presidentes de filiais e um membro do conselho de administração. Em nível regional, os comitês ficam responsáveis pela implementação de ações sustentáveis.

Para a América Latina, eles tem um comitê regional de sustentabilidade desde 2007, no qual a área de Responsabilidade Social Corporativa é subordinada.

Para entendermos melhor:
O comitê lidera o plano de sustentabilidade da companhia, enquanto a área de RSC planeja, propõe, informa, guia e estimula a adoção dos critérios de sustentabilidade.

Planejar, propor, informar, guiar, estimular... isso tem bastante a ver com comunicação interna, não? Pois é, desde 2007, quando o comitê para América Latina foi implantado, a Basf estimula o desenvolvimento da competência individual de seus colaboradores para a sustentabilidade. Foi implantada uma Matriz de Sustentabilidade, metodologia que avalia a inserção do conceito nos processos e estratégias dos diversos negócios da empresa. Foram mapeadas 346 iniciativas sustentáveis em andamento na região.

Em 2008, a Basf investiu na capacitação de diversos profissionais para atuarem como líderes sustentáveis. Esses funcionários foram apenas capacitados e sensibilizados pelo tema, e teriam que ser líderes de seus departamentos, implantando projetos sustentáveis, a liderança poderia ser formal ou informal.

Este processo de capacitação e a adoção de projetos de sustentabilidade por todos os departamentos da companhia foi tão bem sucedido que já em 2009 a capacitação passou a integrar o processo natural de formação de lideranças na empresa. Dessa forma, a Basf consolidou a ideia de que sustentabilidade não é um departamento, e sim deve permear todas as áreas da organização.

A Basf conseguiu a evolução mais importante para um plano de sustentabilidade bem sucedido: conscientizar os funcionários de sua competência individual e do processo contínuo a favor de uma empresa mais sustentável, o que acarreta, consequentemente, em um mundo melhor.

Quanto ao departamento de RH da empresa, eles têm uma política na qual todos os funcionários, independente de sua função, ao entrarem na companhia, devem exibir um conjunto de 12 competências, entre elas o pensamento estratégico, capacidade de comunicação, gestão de conflitos, entre outros. A tendência agora, é de que a sustentabilidade torne-se a 13ª competência.

Bom, a Basf é uma companhia com um case de sucesso com relação à sustentabilidade. O programa de capacitação de líderes sustentáveis só se tornou possível devido a estrutura peculiar da organização para tratar do tema. Ao desenvolver multiplicadores dentro da própria organização, a empresa atingiu uma internalização e perenidade do conceito.

Este é um exemplo de informar, conscientizar, sensibilizar e engajar para um tema que hoje é para um bem comum, a sustentabilidade.

terça-feira, 31 de maio de 2011

O que realmente nos motiva?

Nosso professor de Estudos Avançados de Comunicação e de Negócios, Pedro Nogueira, deu uma aula sobre motivação e nos apresentou esse vídeo que mostra o que realmente motiva os trabalhadores.
Esse vídeo de Daniel Pink, que é escritor e dá palestras sobre motivação, resume bem o que realmente nos motiva e porque.

RSA Animate - Drive: A surpreendente verdade sobre o que nos motiva



Vale a pena conferir e ver se sua empresa está indo pela direção certa!

domingo, 15 de maio de 2011

O poder das palavras de um líder

As pessoas sentem-se estimuladas com o tema liderança. Algumas pesquisas revelam que o principal estimulador do engajamento e da motivação dentro das organizações é a relação entre chefes e subordinados. Isso acontece, pois geralmente os funcionários veem seus chefes como um exemplo a ser seguido, uma pessoa que tem experiências e conhecimentos a serem passados, além de ser uma importante fonte de informações dentro da empresa.

Os funcionários absorvem muito do que seus chefes dizem e fazem. Por essa razão, os líderes precisam entender o poder de influência que suas ações, atitutes e palavras exercem em seus subordinados. Por vezes, uma conversa não terminada ou uma palavra dita sem pensar duas vezes pode ser mal interpretada por quem a ouve. A longo prazo, esses problemas podem ocasionar desgaste e confusão no relacionamento entre liderança e funcionários. Está aí um ponto negativo que se vê em muitas organizações e que precisa ser trabalhado.

Uma liderança forte e eficaz é capaz de estimular seus funcionários a serem mais engajados e motivados. Alguns especialistas em desenvolvimento de lideranças também acreditam nisso: “O comprometimento das equipes na obtenção de resultados está atrejado ao aumento da eficiência na comunicação dos líderes com seus subordinados.”

Assista a um vídeo que mostra o poder que as palavras tem.

http://www.youtube.com/user/videosHSM?v=wofVuOWdowE&feature=pyv&ad=7617168516&kw=lider&gclid=CJ-8w-qU66gCFYRa7AodEX9pGQ

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Feliz dia das Mães !

Não há nada melhor que a valorização dos colaboradores, reconhecer a importância destes faz com que a produtividade aumente e estes se sintam parte da empresa mais motivados e engajados.
Por isso diversas empresas possuem ações internas para aproximar os familiares dos colaborados e da empresa, e no dia das mães isso não podia faltar !

A empresa Givaudan, multinacional suíça de aromas e fragrâncias, em maio de 2009 realizou uma caminhada dos colaboradores junto com seus filhos seguida de um piquinique no parque Villa Lobos. No evento houve um concurso de desenhos, com direito a premiação dos dez melhores. =)


Já a Johnson & Johnson Medical realizou em junho de 2010, um concurso fotográfico com as fotos dos filhos das colaboradoras e frases emocionantes, aproximando e interagindo as mães com a empresa.


  Para mais informações acessem o site: http://www.superacomunicacao.com.br

Obrigada e um Ótimo dia das mães !

terça-feira, 3 de maio de 2011

Dinheiro NÃO É TUDO!

Para muitos Presidentes e diretores de grandes organizações, quando falamos de motivação para os funcionários, significa falar de dinheiro no bolso. Mas, algumas pesquisas indicam que o aumento salarial pode não ser o melhor e o único agente motivador.

O aumento da produtividade de cada pessoa dentro de uma organização depende de muitos aspectos que estão presentes na rotina dos funcionários. Uma pesquisa realizada pela DM Recursos Humanos, consultoria especializada em executive search, para avaliar o que mais satisfaz e o que mais desagrada os executivos nas organizações, surpreendeu a muitos com os seus resultados.

A pesquisa foi realizada com 2.314 participantes, sendo estes, presidentes, diretores e gerentes de todas as regiões do País, com idade de 30 a 45 anos e de ambos os sexos - 48% indicaram que a falta de transparência e de informações são a principal causa de insatisfação com a organização na qual atuam.

Antigamente com o acesso a informação mais restrito para os funcionário os líderes eram considerados “Deuses” por possuir algumas informações que demoravam para chegar até o restante do corpo operacional. Porém hoje, em um cenário no qual todos possuem acesso a informações de forma rápida e dinâmica por meio da internet os líderes não são mais vistos dessa forma, sendo assim, apesar de existir a hierarquia, o trabalho dentro de muitas organizações é realizado em parceria e de forma amigável com os líderes. Mas, ainda existem as informações sobre projetos e desenvolvimento de programas internos, essas sim só podem ser passadas pelos superiores de forma clara e transparente.

Não cabe mais ao papel de um gerente ou diretor guardar ou centralizar informações. Esse tipo de atitude passa para o restante dos funcionários envolvidos no trabalho que eles não estão completamente integrados aos acontecimentos.

Nem sempre todas as informações podem ser passadas adiante e isso faz parte da estratégia do planejamento, mas o funcionário deve sentir-se a vontade para perguntar e tirar dúvidas, mas uma pergunta inesperada e de resposta com dados sigilosos pode surgir, é ai que o jogo de cintura do superior deve entrar em ação, deixando claro par o funcionário que a resposta não pode ser dita naquele momento, mas passando sempre muito honestidade e transparência no que é falado.

Portanto quando formos pensar em motivar funcionários não podemos apenas pensar em um - aumento salarial - que na pesquisa aparece em terceiro lugar atrás de – falta de condição para o desenvolvimento da carreira. Esse tipo de tratamento está fazendo com que as empresas mudem para melhor a forma de tratar seu funcionário de modo que haja mais satisfação e envolvimento do corpo operacional nos trabalhos do dia a dia.

Fonte: Gazeta Mercantil - 07/12/2006

terça-feira, 26 de abril de 2011

Outras formas de engajamento - A Etiqueta Empresarial

Sabe aquelas dúvidas de como agir perante o chefe?! Naquele primeiro Happy Hour que você é convidado e não sabe como se portar perante todos os colegas de trabalho?! E quando você quer dar ou receber feedbacks e não sabe nem por onde começar?!

Pois é, a forma de se portar no ambiente de trabalho, o comportamento organizacional, também é um dos pontos que compõe a cultura de cada organização e faz com que o funcionário de cada empresa seja mais, ou menos motivado.

A etiqueta no mundo corporativo difere da etiqueta de postura e da etiqueta do cotidiano, ela faz com que você entenda qual a dinâmica de cada empresa e aprenda a lidar com os percalços do dia a dia com mais facilidade, tendo um melhor desempenho no trabalho e desfrutando da melhor forma do horário do expediente.

Raul de Orofino é ator e autor teatral. A partir de inúmeras apresentações em empresas, Raul resolveu dar uma atenção especial a este setor. Nascia, assim, o Teatro Empresa...
Raul apresenta simultaneamente seus Espectáculos no Brasil e no exterior. Já apresentou a comédia Mário, Teu Humor Tá no Armário com grande sucesso em Portugal, em empresas como Nestlé Portugal, Axa Seguros Portugal, Peugeot Portugal, Lever/Iglo Olá, Volkswagen Auto europa,dentre outras.

"Uma das características do Teatro Empresa é propor a formação de uma nova ideia que terá reflexo imediato no ambiente de trabalho e na produtividade.

MÁRIO, TEU HUMOR TÁ NO ARMÁRIO enfoca a importância do bom humor como ferramenta de produtividade:

Quando rimos, reforçamos o sistema imunológico, consequentemente, pensamos, criamos e produzimos melhor!
Logo, Humor é Dinheiro!
O bom humor aglutina equipes, flexibiliza lideranças, prepara os colaboradores para desafios e mudanças, aumenta as vendas, estimula a criatividade e versatilidade, e serve como um meio para abrir mentalidades e abolirmos preconceitos. "
Confira agora entrevista do autor e ator no Globo News e quem sabe, se for de interesse, você não leve essa ideia ao seu chefe e faça com que até ele acredite no engajamento por meio do riso:

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1486171-7823-RAUL+OROFINO+FALA+SOBRE+A+MOTIVACAO+NAS+EMPRESAS,00.html

domingo, 17 de abril de 2011

O grande desafio para a motivação

Para Sebastião Nunes, administrador de empresas que trabalha com implantação de gestão deprocessos, planegamento estratégico esisetemas de gestão de qualidade, o principal desafio para as organizações é juntar as variáveis que fazem parte da motivação, para obter um resultado melhor. Segundo o administrador, as organizações trabalham com esses aspectos separadamente, e o grande desafio é trabalhar com toda em conjunto.

O primeiro aspecto que nos motiva a estar na organização é a imagem a qual a mesma é vista no mercado. Este conceito é formado pelo empregado antes mesmo dele entrar na empresa.

Outro ponto fundamental para a motivação, neste caso ao longo da permanência do empregado na empresa é a cultura da empresa: a missão e visão quando bem trabalhados fazem com que os empregados vistam a camisa, transmitindo um sentimento coletivo de que todos fazem parte e são fundamentais para o cumprimento dos objetivos.

A liderança também é um do temais mais discutidos e relacionados à motivação das pessoas no ambiente de trabalho. O líder deve ser capaz de passar os ideias da empresa para sua equipe e a todos os envolvidos.

Do ponto de visto individual devemos considerar três pontos fundamentais que este empregado deve ter: auto-conhecimento, potencial de auto-motivação e bagagem educacional adquirida ao longo de sua vida. Sem estes três pontos será muito difícil desenvolver um profissional maduro e engajado com a empresa.

O setor de Recursos Humanos adquiriu nos últimos anos um papel mais estratégico no meio corporativo, passando a atuar como o grande motor das empresas quando falamos em motivação. O motivo dessa importância do RH é a responsabilidade que tem de estar atento a tudo que acontece, interna e externamente, capaz de impactar na organização.


Todos os aspectos listados acima tem seu peso em relação a motivação dos empregados, variando de pessoa para pessoa. O fato é que, se forem trabalhados isolad eles tem efeito temporário. De nada adianta se a empresa passa uma visão positiva para o mercado e não é bem vista internamente, ou que esta tenha uma cultura sólida e bem disseminada se o mercado também não enxerga os benefícios que a mesma vem trazendo para a sociedade.

domingo, 10 de abril de 2011

Engajamento dos Funcionários e Negócios: aonde se encontram?

A comunicação interna pode ser tratada como um sistema de comunicação entre organização e seus colaboradores. Sendo um sistema, ela é dinâmica, pró ativa, e sinérgica. O engajamento dos colaboradores está incluído nesse todo que é a comunicação interna e é extremamente necessário para que os objetivos da comunicação organizacional das companhias se concretizem.

Estes objetivos de comunicação, para serem estratégicos, devem estar ligados aos objetivos de negócios das organizações. Observando isso, nota-se que o processo de planejamento estratégico das organizações está relacionado à área de comunicação corporativa a qual a comunicação interna pertence, e que por sua vez procura (e tem como um de seus objetivos) engajar os funcionários. Está tudo incluído em um circulo, digamos, vicioso.

Para haver alinhamento com os negócios da empresa, é necessário haver envolvimento e comprometimento de todos os níveis da empresa. Estas constatações mostram como a comunicação interna dentro de organizações é importante para seu negócio. Isso vem sendo cada vez mais apreendido pelos líderes, que estão se envolvendo e participando mais dos programas de comunicação interna, e consequentemente, da organização como um todo.

“Profissionais bem informados e motivados têm melhores condições de levar aos negócios produtividade, inovação, competitividade e rentabilidade. Isto só se alcança se a comunicação interna é pautada pela relevância, transparência e respeito às pessoas, e assim tem impacto no clima organizacional.” – Silvia Candal, Gerente de Comunicação da Editora Abril.


sábado, 2 de abril de 2011

Superando-se para encontrar motivação

Que Steve Jobs é um grande exemplo de empreendedorismo e criatividade, quase todos já sabem. Mas que sua figura também pode ser usada como exemplo de motivação para outras pessoas, aí já é outra história...

Em uma palestra no ano de 2005, Steve Jobs, CEO da Apple e de duas outras empresas, discursou sobre algumas fases de superação em sua vida para uma plateia de milhares de formandos da Universidade de Stanford. Ele basicamente conta três histórias. Desde quando nasceu e foi posto para adoção, ao ser demitido da empresa que ele próprio havia criado, até quando foi diagnosticado com um câncer raro no pâncreas e pensou que teria no máximo, mais 6 meses de vida.

Durante todo o discurso, Steve deixa claro seu amor pelo que faz, isso me parece ser o grande fator que o motiva a continuar fazendo sempre o seu melhor apesar dos obstáculos que aparecem. Um dos grandes conselhos que ele dá a sua plateia é justamente sobre isso, “Seu trabalho vai preencher boa parte de sua vida e a única maneira de ser verdadeiramente satisfeito é fazer o que se acredita em um ótimo trabalho e a única maneira de se fazer um ótimo trabalho é amar o que se faz”

A grande lição que podemos tirar das palavras desse discurso é: quando tudo parece estar perdido, você parece estar perdido, talvez sem foco ou sem vontade para mudar, a confiança em si mesmo deve prevalecer. É necessário seguir sua própria curiosidade e intuição, mas, sobretudo seu coração, mesmo que isso te leve para um caminho inesperado.

Ao final, Steve termina seu discurso com uma frase “Stay Hungry, Stay Foolish”. Traduzir ao pé da letra não faria muito sentido em português, mas o que Steven Jobs pretendia dizer com essa frase é que nunca devemos nos deixar-se entregar e sempre manter dentro de nós a motivação para lutar pelo que queremos e acreditamos mesmo que apareçam diversas adversidades, pois sem elas, provavelmente não seríamos capazes de despertar em nós mesmos novas capacidades se só passassemos por situações favoráveis.


Veja o discurso nos vídeos abaixo,

http://www.youtube.com/watch?v=CJtvVYhZj3s&feature=related



segunda-feira, 28 de março de 2011

A evolução motivacional

Com a evolução da sociedade, muitas organizações passaram a evoluir e acompanhar o cenário que se encontram inseridas. Na década de 70 as empresas eram voltadas para a produção, em 80 direcionadas para o mercado, em 90 o foco era o consumo e atualmente as empresas são voltadas para as PESSOAS.
 
 Gareth Morgan autora do livro imagens da organização classifica as empresas em duas definições, a primeira empresa máquina que é uma empresa fechada e estática, e a segunda empresa cérebro que adapta- ao meio ambiente sendo mais viva e inter-relacionada.

 Assim podemos observar atualmente o surgimento de diversas empresas cérebro que possuem uma maneira diferenciada de gerir seu ambiente profissional, baseado na motivação, dinâmica, oportunidades, resultados, entre outros.  

No vídeo abaixo Dan Pink fala sobre a valorização e motivação das pessoas e como as organizações atuais lidam com seus profissionais. 







Click no link abaixo para ver o vídeo legendado.

http://www.ted.com/talks/lang/eng/dan_pink_on_motivation.html

segunda-feira, 21 de março de 2011

Motivação ontem, hoje e sempre

Segundo uma das definições apresentadas pelo dicionário Aurélio, motivação é o “conjunto de fatores psicológicos (conscientes e inconscientes) de ordem fisiológica, intelectual ou afetiva, os quais agem entre si e determinam a conduta de um indivíduo”, essa definição nos permite enxergar que para todas as coisas que realizamos na vida precisamos estar motivados por algum fator.

Para ilustrar um fator motivacional de necessidade fisiológica e deixar de uma forma clara que a motivação é algo que está incrustado na natureza do homem podemos pensar na Pré-história, quando o homem saia para caçar era por que ele estava com fome e precisava se satisfazer, ou seja, o fator motivacional nesse caso é a fome, caso ele não estivesse com fome ele não teria um fator motivacional que o impulsionasse a ir à caça.

Além desses fatores naturais, temos que levar em conta os fatores externos que rebemos conscientemente para sermos motivados. Na pré-escola, quando começamos a nos alfabetizar recebemos estímulos motivadores o tempo todo, o professor procura trazer emoções inovadoras para a sala de aula fazendo com que suas aulas sejam mais atrativas e assim facilitem a aprendizagem dos alunos. Quando crescemos e entramos para uma organização, o objetivo da organização é manter seus funcionários motivados para que o trabalho seja satisfatório e o funcionário engajado produza mais, o que é um grande desafio e tema muito discutido hoje em dia no mundo corporativo.

A satisfação do funcionário com relação ao seu salário, valorização da empresa, ambiente de trabalho agradável, condições de execução do trabalho conta para que o funcionário seja motivado em seu dia a dia, além disso, muitas empresas optam por estímulos pontuais, como palestras com pessoas que possuam histórias de superação e/ou sucesso, outras optam por filmes motivacionais, campanhas temporárias, ou artifícios parecidos. Mas esses estímulos pontuais devem ser sustentados, pois estes vão perdendo a força com o passar do tempo.

Mas, como saber a melhor forma de manter uma equipe motivada se a motivação é algo individual e cada pessoa reage a um estímulo motivador de forma diferente? Além disso, um certo estímulo para uma grupo de pessoas que trabalha em uma empresa pode não ser adequado se executado para um outro grupo de pessoas de uma outra empresa, pois deve ser considerada a cultura da organização que é algo ímpar como afirma Gareth Morgan "as organizações são minissociedades que têm os seus próprios padrões distintos de cultura e de subcultura" portanto, esse fator cultural deve ser analisado.

Sendo assim, deve-se estudar profundamente o grupo de pessoas para qual o estímulo será direcionado, traçar seu perfil detalhadamente e em seguida planejar a forma como o grupo será motivado. Esse é o caminho mais seguro para que se faça um planejamento motivacional concreto que traga resultados para a organização.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Bem Vindos!

Você sabe o que é motivar? Como fazer para engajar? Quer aprender?
Fiquem ligados nos nossos próximos posts para conhecer, aprender e participar interagindo conosco!